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quinta-feira, 15 de maio de 2014

Machão é preso após arrancar um teco da orelha de policial

Rex Gerdner, 43, é um homem corajoso! A polícia foi chamada à sua casa para averiguar uma denuncia sobre disturbio doméstico. Dois policias, Steve Fisher e Daniel Gildersleve, foram até o local para checar a informação.
Gardner, o dono da casa, não gostou nada das vizitas inesperadas e começou a confrontar os oficiais à medida que eles interrogavam e tentavam descobrir o que estava acontecendo.

Gardner ficou cada vez mais irritado com a presença dos policias e foi pra cima do policial Fisher ao jogá-lo no chão.
O resultado da treta entre os dois foi uma lesão que o policial Fisher vai levar pro resto da vida. Gardner mordeu e arrancou um pedaço da orelha do policial.

O detetive Jon Dick entrou em defesa do policial dizendo que o ataque não foi provocado.

— Gardner é um homem violento e a sentença que lhe foi dada reflete a gravidade de seu crime terrível, disse ele.
O agressor foi condenado por causar, intencionadamente, uma grave lesão corporal.

Por ciúmes, marido arrasta mulher e a deixa só de calcinha na rua

Um homem foi preso suspeito de espancar e arrastar a mulher pelas ruas de Aracaju, Sergipe, na última quarta-feira (14). Segundo a polícia, a agressão foi tão forte, que a vítima ficou só de calcinha no meio da rua.
Imagens do circuito interno de um estabelecimento registraram a ação. O homem foi até o emprego da vítima e a arrastou no meio da rua. A mulher informou que morava havia dois meses com o suspeito.
Ele estava acompanhado de dois filhos pequenos, que são de outro casamento. As crianças foram recolhidas e ele encaminhado a um presídio da cidade.

terça-feira, 15 de abril de 2014

Paquistão prende canibal reincidente com cabeça de criança

A polícia do Paquistão prendeu nesta segunda-feira (14) um homem que voltou a praticar canibalismo, além de ter encontrado em sua casa a cabeça de uma criança, informou Zafar Iqbal, policial do distrito de Bhakkar, onde o fato ocorreu.
"Os vizinhos nos avisaram que o detido e o irmão tinham roubado a cabeça de uma criança no cemitério local", relatou Iqbal. Há dois anos, o homem já havia sido condenado pelo mesmo motivo. Por enquanto, a polícia só prendeu Arif.
O irmão, Farman, está foragido. As forças de segurança deram início a uma operação de busca. Os irmãos já tinham sido presos em 2011 por canibalismo.
Na época, as autoridades encontraram na casa deles um corpo e provas que algumas partes tinham sido cozidas. A polícia estima que eles tenham desenterrado e comido cerca de 150 corpos, conforme informou o jornal local The Express Tribune.
"De acordo a sua declaração, eles começaram a comer carne humana ainda quando crianças depois que o pai matou a mãe", disse Iqbal. Segundo a imprensa local, os irmãos têm cerca de 40 anos.
Na primeira vez, os acusados foram condenados de acordo à lei de invasão de lugares sagrados, já que o país não possui legislação específica contra o canibalismo. Há pouco mais de um ano eles foram soltos gerando indignação nos moradores da região. 

terça-feira, 25 de março de 2014

Mulher abusa de filho adotivo por mais de 10 anos, o deixando trancado em quarto sem iluminação e sem banheiro

Mulher abusa de filho adotivo por mais de 10 anos, o deixando trancado em quarto sem iluminação e sem banheiroUma mãe que abusou de seu filho adotivo por mais de 10 anos, espancando-o e deixando-o preso em um quarto sem iluminação, acabou sendo detida. Jean Robinson maltratou o filho José por 11 anos, depois de adotá-lo quando ele ainda era um bebê de 18 meses de vida.

A mulher de 62 anos de idade o deixava trancado, sem acesso a banheiro e sem iluminação, durante um ano. Robinson foi condenada a 12 meses de prisão após se declarar culpada de duas acusações de agressão intencional em pela Corte Preston Crown.

Após a audiência, José, que hoje tem 27 anos de idade, disse: "Tudo começou quando eu fui adotado aos 18 meses de idade, e durou até que eu completasse 11 anos. Ela fez coisas horríveis comigo, e eu costumava perguntar por que ela me odiava tanto. Ela me trancou no quarto com apenas um colchão no chão, tirava a lâmpada e me deixava na escuridão, sem instalações sanitárias”. O abuso ocorreu entre 1988 e 1998. 

Bebê tatuado e abandonado pela mãe recebe alta de unidade de saúde na Grande BH

O menino de um ano e oito meses que foi tatuado e abandonado pela própria mãe deixou a (UAI) Unidade de Atendimento Imediato Guanabara, em Betim, na região metropolitana, após cinco dias de internação. A criança recebeu alta na tarde de ontem (24). Ele deu entrada no local com ferimentos na perna, provocados por um produto químico passado pela mãe, na tentativa de remover o desenho.
O caso foi registrado na última quinta-feira (20). A criança foi deixada pela mãe com a avó paterna, que levou o neto até a unidade de saúde. Segundo informações do sargento Washington Gonçalves, do Batalhão Rotam (Rondas Táticas Metropolitanas), a mulher fez uma tatuagem no próprio filho, que passou mal após o procedimento. Em seguida, a mãe tentou tirar o desenho com removedor de tinta e causou uma grande ferida na perna do garoto.
O menino foi levado até a UAI (Unidade de Atendimento Imediato) do bairro Guanabara, chorando muito por causa do machucado. O desenho, que ficou deformado por causa da tentativa de remoção, se trata de um coração com as iniciais Y.A.S.
A Polícia Civil abriu inquérito para apurar o caso. A mãe do menor foi intimada para depor na delegacia, mas continua foragida.

Imagens mostram homem suspeito de esquartejar e jogar pedaços do corpo em Higienópolis

Imagens de cãmeras de segurança do bairro Higienópolis, região central de São Paulo, mostram um homem suspeito de esquartejar uma pessoa e espalhar os pedaços do corpo pelo bairro. A suspeita é de que a vítima era uma pessoa próxima do assassino.
O vídeo mostra um homem de camisa escura e bermuda. Ele puxa um carrinho de feira por uma rua do bairro no início da manhã. 
A rua é mesma onde, cerca de uma hora depois, foi encontrado o primeiro saco com pedaços de um corpo. Dentro dele, estavam as pernas e os braços, provalvelmente, de um homem. 
Dali, os policiais começaram a fazer as buscas. Em outras duas ruas próximas, foram encontradas mais partes da vítima. E era em um carrinho de feira que estava outro saco com o tórax e o tronco. A cabeça não foi encontrada. 
Um comerciante, que trabalha ali perto e não quis se identificar, disse que já tinha visto o mesmo carrinho horas antes, mas em outra rua. Os peritos descobriram que as pontas dos dedos das mãos, com as digitais, foram cortadas e partes da pele do tórax, que poderiam ter tatuagens ou sinais, forma arrancadas em uma tentativa de dificultar a identificação. Isso pode indicar, segundo a polícia, que o assassino tinha algum tipo de relacionamento com a vítima, segundo o delegado Antônio Carlos Araújo. 
— Muita crueldade na maneira que agiu, de tentar tirar a identidade.
A polícia pediu um exame de DNA da vítima e não descarta nenhuma hipótese, como explica o delegado da Divisão de Homicídios, Itagiba Franco. 
— O leque está aberto, agora é estreitar essa linha das investigações. [...] Qualquer hipótese é viável. 
Assista ao vídeo:

domingo, 23 de fevereiro de 2014

Desde 2008, Brasil teve 244 jornalistas vítimas de violência

O fotógrafo Sérgio Silva foi atingido por um tiro de uma bala de borracha durante os protestos de junho de 2013

O fotógrafo Sérgio Silva foi atingido por um tiro de uma bala de borracha durante os protestos de junho de 2013
SÃO PAULO — Nos últimos seis anos, três casos de violência contra profissionais de imprensa foram registrados por mês, em média, no Brasil. De 2008 até hoje, 244 trabalhadores (jornalistas, radialistas, fotógrafos e cinegrafistas) foram vítimas de crimes como homicídio, tentativa de homicídio, ameaça de morte, agressão física ou prisão arbitrária. A constatação é de um relatório inédito da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH) que será apresentado nos próximos dias ao Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana.
O documento, obtido com exclusividade pelo GLOBO, mostra que o cenário de violência contra jornalistas decorrente do exercício da profissão é mais grave do que vinha sendo divulgado por entidades internacionais. O relatório do governo vai mostrar que foram 11 os assassinatos de 2013 para cá - e não 8, como se tinha notícia. No período investigado para a elaboração do relatório (de março de 2008 a fevereiro de 2014) foram 34 homicídios em todo o país. A maioria deles segue sem esclarecimento ou punição.
O levantamento levou um ano para ser concluído por um grupo de trabalho do qual participaram integrantes do governo e de entidades da imprensa. Além do retrato sobre as violações de direitos, o levantamento traz recomendações sobre como governo, entidades e a polícia devem agir para frear o crescimento da violência contra profissionais de comunicação.
O Brasil tem assistido a uma piora da sua situação em relação aos demais países nos últimos anos. Segundo levantamento do Committee to Protect Journalists (Comitê de Proteção aos Jornalistas), o país ficou, em 2013, na 10ª posição no ranking de países mais perigosos para o trabalho de jornalistas. Em 2012, ele era o 11º. Na América, só estamos atrás do México e da Colômbia.
De longe, 2013 foi o ano em que mais profissionais da imprensa foram assassinados no país desde que o Centro de Informações das Nações Unidas (UNIC) começou a monitorar os números. Somente este ano já foram registrados dois assassinatos, ambos no estado do Rio de Janeiro. O primeiro foi o do cinegrafista da TV Bandeirantes Santiago Ilídio Andrade, morto após ser atingido por um rojão na cabeça durante manifestação na capital. No município de Miguel Pereira, o dono do jornal Panorama Regional, Pedro Palma, foi assassinado a tiros na rua em decorrência de denúncias publicadas contra prefeituras.
Observatório para monitorar investigações está em análise
A criação de um observatório nacional para monitorar crimes contra jornalistas é a principal recomendação do relatório da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República. O órgão ficaria sob responsabilidade da pasta e teria como função acompanhar as investigações envolvendo violação de direitos de profissionais de comunicação em todo o país. O objetivo é impedir que os crimes fiquem impunes.
— Nesse um ano de diagnóstico confirmamos que a maioria dos casos de violência acontece em pequenas localidades, onde, em geral, os mandantes exercem forte influência sobre a Justiça e a polícia. Isso quando não tem gente da própria polícia envolvida. Esse quadro leva muitas vezes à impunidade — disse o coordenador do grupo de trabalho, Tarcísio Dal Maso.
Outro objetivo do observatório é elaborar pela primeira vez estatísticas oficiais. Os dados das entidades internacionais variam muito pela falta de padronização de metodologia. A ONU, por exemplo, contabiliza seis mortes de jornalistas em 2013.
Diretor do Centro de Informações da ONU, Giancarlo Summa, diz que o principal valor desse relatório é o reconhecimento do problema pelo governo brasileiro.
— Esse documento tem dupla importância. Primeiro, será uma afirmação oficial do governo de que a questão é grave. Segundo, é a primeira vez que um documento desse tipo é produzido por todos os atores de peso.
O relatório também toca num tema em discussão pelo Ministério da Justiça: a federalização dos crimes contra jornalistas.
— A ideia é que o observatório, ao constatar que alguma investigação está sendo dificultada, acione o Ministério da Justiça para a Polícia Federal intervir — explicou Dal Maso.
O presidente da Federação de Jornalistas da América Latina e Caribe, Celso Schroder, analisa:
— O relatório é bem-vindo, mas ele apenas faz sugestões. Precisamos que o governo disponibilize recursos para as ações saírem do papel.
Para mais informações, continue ligado aqui no Notícia Urgente.